Novos métodos de ataque, aliados a um aproveitamento da falta de literacia digital dos utilizadores, estão entre as tendências que persistem nas ameaças à segurança na Internet. Sofia Rasgado explica ao SAPO TeK as preocupações com a segurança online.
Este ano, o Dia da Internet Mais Segura, que se assinalou a 8 de fevereiro de 2022, coincidiu no tempo com uma vaga de ataques informáticos sem precedentes em Portugal, quer em termos de impacto, quer em mediatização. No dia anterior, a Vodafone Portugal foi alvo de um ataque informático, que caracterizou como “um ato terrorista”, realizado com o objetivo de paralisar a empresa, com efeitos que se estenderam muito para além dos mais de 4 milhões de clientes a operadora e que persistiram durante vários dias.
O crescimento do nível de ameaças é real e tem sido comprovado por todos os indicadores, que mostram também que o nível de preparação dos utilizadores e das empresas não evolui ao mesmo ritmo. E por isso é preciso aumentar as campanhas de formação e sensibilização, área onde se enquadra a realização do Dia da Internet Mais Segura, promovido em Portugal pelo Consórcio Centro Internet Segura, que também estendeu as iniciativas por todo o mês de fevereiro.
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